terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Para Mamães!


Para mamães



Por volta dos 4 anos, os pequenos, além de falar, já sabem os nomes de alguns números. Entusiasmados com o aprendizado, treinam para contar tudo ao redor.

Um, três, nove, sete, quatro... Pelas contas da criança, esse é o número de brinquedos que ela pode, agora mesmo, ter espalhado no meio da sala. Observar o filho enquanto ele se esforça para dominar as leis da matemática é uma alegria para os pais, mas não pense que essa é uma tarefa fácil.

Por volta dos 4 anos, muitos meninos e muitas meninas, além de falar, já sabem os nomes de alguns números. Entusiasmados com o aprendizado, treinam para contar tudo ao redor. O resultado, porém, dificilmente está correto. Nada de desistir. Daqui para frente, a tendência do seu filho é aperfeiçoar cada vez mais essa habilidade.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


Entre os 5 e 6 meses, a criança passa pela fase da formação do triângulo familiar. O meu filho não tem a presença do pai. Como se dá essa fase?



“Por volta do sexto mês de vida, o bebê já conhece a mãe, já passou pela ‘primeira crise’ dos 3 meses, e começa a reconhecer a figura do pai e, assim, se dá a formação do triângulo familiar. É nesse período que especialistas acreditam que aconteça a segunda crise do bebê. No caso de uma estrutura familiar sem a presença paterna convencional, normalmente isso acontece com a figura masculina de referência, seja tio, avô ou alguém próximo. Quando a mãe é a presença exclusiva no contexto familiar, o mais importante é resolver bem a questão que Freud classificou como  ‘o romance familiar’, no qual ligamo-nos apaixonadamente ao progenitor do sexo oposto, competindo com nosso, agora rival, progenitor do nosso gênero. No entanto, o triângulo familiar não se restringe a essa fase da infância, ele repercute ao longo da vida. Assim, a resolução desse processo será resultado da reação da mãe e ela deve estabelecer os limites”, explica Larissa Fonseca, pedagoga especialista em Educação Infantil e Psicopedagogia.

domingo, 12 de fevereiro de 2012


Conte histórias para o seu filho

- Se ler um livro, conheça a história antes. Assim, você passa mais credibilidade na hora de contar e evita surpresas desagradáveis que possam surgir no texto, como algum conteúdo que não seja apropriado para a idade da criança.

- Tente ser o mais natural possível, contando uma história inventada ou lendo.

- Lembre: toda narrativa precisa ter começo, meio e fim.

- Mostre entusiasmo para que a criança associe a leitura a um momento de alegria e diversão.

- Capriche na interpretação, principalmente se o seu filho for bem pequenino. Mude a voz para diferenciar as personagens, abuse das expressões faciais e onomatopéias.

- Pense na possibilidade de criar um cantinho de leitura para seu filho. Um espaço onde os livros estejam disponíveis para ele o tempo todo.

- Não exija que a criança entenda tudo e ainda faça comentários sobre a história. Respeite o tempo dela para absorver as informações.

- Conte histórias diariamente. Assim você garante que o seu pequeno será um futuro leitor.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Quais as raças de cães mais indicadas para convivência com crianças?


                                
      

Temos várias raças de cachorros pelo mundo todo por ser um dos melhores e mais confiáveis companheiros do homem e da mulher.

      O melhor cão para crianças é o bem escolhido, PRESTE ATENÇÃO:
  • Se a criança ainda está na fase de aleitamento procure cães bem pequeninos como por exemplo o chihuhua, você terá menos trabalho até porque seu filho de duas pernas vai tirar o seu sossego………….. Você terá que limpar dois cocôs, dar duas vacinas, levar nos dois médicos, ensinar dois a não chorar, ensinar dois a dormir longe da sua cama, etc etc etc.
  • se a criança for maior, leve em consideração o temperamento. Meninos que gostam de brincadeiras mais agitadas vão bem com Bulldog Francês, Staffordshire, Olde Bulldogge. Meninas delicadas podem ter Chihuahua, Pug, Bulldog Francês.
  • Leve em consideração o seu temperamento e o seu estilo de vida. Goldens, Lababrador, Bassets necessitam de muito mais companhia humana do que a média. Beagles podem ser bem destruidores quando filhotes, precisam de alguém com pulso firme (mas são ótimos cães quando bem ensinados). Collies, Golden, Lhasa, Shihs, Yorks possuem pêlos enormes exigem escovação e limpezas periódicas.
  •  NUNCA se esqueça que o cão é SEU. Crianças não tem suporte emocional e físico para serem responsáveis pelo cão 100% do tempo. Vai ter dia que ela estará com preguiça e "esquecerá" de tirar o cocô ou escová-lo. Levar na rua tb é responsabilidade de adultos, que podem conter o cão adequadamente e evitar acidentes.Os mais conhecidos como Bulldog ( inglês, americano, campeiro, antigo, frances, malorquin, espanhol) é cachorro forte,muito bonito musculoso e um bom cachorro de estimação.
    Uma raça que tem aparecido notoriamente, sendo inclusive "made in Brasil" é o Buldogue Campeiro, um cachorro guardião de porte médio e forte, com linhagens de guarda e outras de lida, além de canis que trabalham cães bem fortes e atarracados com finalidade de companhia e proteção pessoal.
    Uma raça que também tem que ser adestrado com muitos cuidados é o american bully ( staffordshire, pitbull), ele que um cachorro inteligente e muito ágeis e fortes, quando adestrados corretamente, tornam-se super obedientes é um cão moderno talhado em cima de músculos e vigor.

    As raças menores são mais fáceis de lidar, como exemplo Chihuahua tem um temperamento dócil, é um cachorro de porte pequeno e excelente cão de estimação, diferente do pincher que é um guardião irritado e que late com freqüência cumprido seu papel de guarda.
    Um dos cachorros que se tornaram mais queridos para ser um cachorrinho para se ter em casa é o pug e o famoso bulldog francês, eles são divertidos e brincalhões e muito inteligentes e se dão bem com crianças além de serem dóceis.
    O maltês e o yorkshire são  cães de estimação também, pequenos e belos, porém seu comportamento e caracterizado pelo ciúme e teimosia.
    Para quem quer um cachorro que vá proteger a casa, além de ser um cachorro de estimação pode optar pelas raças maiores como o Pastor Alemão que é um cachorro atento a tudo que acontece de estranho ao seu redor é um cachorro muito inteligente e feliz, se dá bem com crianças e não é agressivo ou pode ter também o Rhodesian Ridgeback mas eles precisam de ambientes amplos para desenvolver atividades físicas, é um cachorro de porte grande forte e um bom cão de guarda, tem recebido inúmeros elogios mundo afora e no Brasil recebeu atenção especial dos artistas.
    Para esses cachorros de porte grande é preciso um espaço grande para que assim possam estar correndo e se exercitando de maneira saudável.
    Se você deseja comprar algum cachorro pesquise primeiro o preço muito embora cães com genética destacada possuam valores superiores aos realizados no mercado de estimação,
    Não esqueça de que quando você compra um cachorro é uma responsabilidade que você tem que ter não deixando faltar nada para o animal. Um cachorro para a sua casa é sempre uma maneira de poder estar trazendo um melhor ambiente para a casa com momentos felizes entre todos.
    O grande rhodesian ridgeback  também chamado de cão Leão da Rodésia é um grande companheiro e fiel guardião da familia Amichetti em Juquitiba São paulo, diz o criador Claudio que seu rhodesian e bulldog campeiros ficam livres no sítio, nunca brigaram e permitem um proteção eficaz em seu território, seja de pessoas estranhas ou de algum javali fujão que resolva se servir de nossos pastos.
    Quais as raças mais indicadas para a convivência com crianças?
    American Staffordshire terrier
    American Staffordshire terrier
    American Staffordshire Terrier – Apesar da reputação que tem (considerado potencialmente perigoso), estes cães tendem a ser agressivos apenas com outros cães, sendo muito leais com a família e extremamente tolerantes e dóceis com crianças. Gostam de ser o único cão da família.
    Antigo Cão de Pastor Inglês (Bobtail) – Conhecido por cuidas das crianças, são muito tolerantes e calmos. Exigem escovagens diárias.
    Beagle e outros cães de levante e corso (hounds), tais como o Bloodhound, o Harrier, Irish Wolfhound e o American Foxhound – São brincalhões e tolerantes, mas bastante enérgicos. Não são indicados paa serem criados em apartamento.
    Boxer – Um cão de guarda, que protege a família e lida muito bem com os mais novos.
    Poodle Grande – Os poodles de porte menor são nervosos e reativos, o que não acontece com a variedade grande. O poodle de porte grande é
    uma ótima opção para famílias com crianças.

    Cão de Água Português – Activo e elegante, é um cão tolerante com as crianças.

    Cão de Água Português
    Cão de Água Português
    Collie de pêlo comprido ou curto e Bearded Collie – São bastante pacientes com crianças, mas exigem     muita manutenção com o pêlo.
    Golden Retriever, Retriever do Labrador e Retriever de Pêlo Liso – A docilidade destes cães precede-os. São tolerantes e pacientes. O Labrador Retriever é contudo bastante trapalhão e excitável enquanto não atingir a idade adulta e pode ser necessário mais algum cuidado na vigilância das brincadeiras.
    Bichon Havanês

    Bichon Havanês
    Bichon Havanês – É um cão de colo, pequeno e de apartamento, mas aceita bem crianças na família.
    Hovawart, Terra Nova e São Bernardo – São cães muito calmos e sossegados. Aturam as maiores travessuras, mas são bastante trapalhões enquanto pequenos e pode ser um desafio tentar fazer com que tenham cuidado com os movimentos.
    Mastiff – Um poderoso guarda, mas um gentil gigante com a família. Necessita ,contudo, de uma forte socialização por ter temperamento forte e liderança e não deve ser cão para donos inexperientes.
    Pug – Pequeno e cão de apartamento, o Pug foge ao estereótipo dos cães pequenos e nervosos. É paciente, mas pode ser demasiado frágil para as crianças mais brutas.
    Outras raças indicadas

    Estas raças são também indicadas para conviverem com crianças, pois têm ainda uma elevada tolerância a abusos, mas não mostram um comportamento tão paciente ou consistente. Contudo, adequam-se perfeitamente num ambiente familiar, especialmente se lidarem com crianças mais crescidas.
    • Basset Hound
    • Bichon Frise
    • Boston Terrier
    • Boulldog Francês
    • Bulldog
    • Bull Terrier
    • Cão da Serra de Aires
    • Cocker Spaniel Inglês e Americano
    • Dálmata
    • Lulu da Pomerânia
    • Pastor Alemão
    • Podengo Português Médio
    • Schnauzer Grande
    • Setter Inglês
    • Shar Pei
    • Cocker Spaniel Inglês e Americano
    Algumas raças não indicadas para crianças

    Estes cães são ótimas companhias, mas não gostam de ser tratados de forma bruta ou de serem constantemente assediados pelas crianças. Não são tão pacientes às insistentes “investidas” das crianças. Como em todos os casos, existem exceções e a capacidade de uma criança e de um cão de uma destas raças conviverem depende muito da educação que tanto a criança como o cão recebem. São, contudo, cães mais indicados para adultos ou adolescentes e muitos estão entre as melhores opções para idosos.

    • Alaskan Malamute
    • Poodle Médio, Anão ou Toy
    • Chihuahua
    • Chinese Crested Dog
    • Chow Chow
    • Jack Russell Terrier
    • Llhasa Apso
    • Pequinês
    • Pinscher Miniatura
    • Saluki
    • Schnauzer Miniatura
    • Tibetan Terrier
    • Weimaraner
    • Yorkshire Terrier

domingo, 29 de janeiro de 2012

Qual a hora certa de tirar as fraldas?



Hora certa de tirar as fraldas, a maioria das crianças, a partir dos dois anos, já pode começar a ser orientada para largar as fraldas. Observe como passar por esta fase sem causar transtorno para a criança.
Lembre-se que cada bebê terá o seu próprio tempo.  Antes de um ano e oito meses, ela não tem maturidade neurológica  para controlar as fezes, e até dois anos não consegue controlar a bexiga. Mas há excessões, quando ela mostrar que é capaz de ficar sem fralda, ela irá pedir, porque vai começar a incomodar, então essa é a hora certa para trabalhar isso.
Ensinar a criança a ficar sem fralda
Os pais tem papel importante neste momento e podem ajudar  seu filho a deixar a fralda, incentivando-o para que isto aconteça naturalmente, sem traumas. Existe um processo a seguir. A mãe deve começar tirando a fralda de dia, dentro de casa, colocando a fralda para sair e dormir.
Deve perguntar se a criança quer fazer xixi, caso afirmativo, levá-la ao banheiro.
Toda vez que a mãe for ao banheiro deve avisar a criança que vai fazer xixi, dando o exemplo, estímulando que ela faça o mesmo. Nesta fase, a mãe deve providenciar muitos panos para limpar a casa, pois primeiro a criança vai fazer xixi no chão e depois dizer que fez.
Numa segunda etapa, o pequeno aprende a pedir antes de fazer xixi, e a mãe deve ir junto com ele ao banheiro. Sempre elogiar sua iniciativa. Mas se fizer xixi no shorts ou calçinha, não deve dar bronca, pois este ato pode trazer problemas mais sérios e a criança pode acabar ficando traumatizada.
O mesmo deve acontecer quando a criança estiver sem fraldas durante a noite. Se ela fizer xixi na cama, deve-se dizer que esta tudo bem, que isto acontece.
Incentivar a Criança a ficar sem fralda
Após a retirada da fralda durante o dia, o segundo passo é a retirada da fralda para ir à rua. Comece com percursos curtos. A criança deve fazer xixi antes de sair de casa. Depois, podem-se aumentar as distâncias gradativamente.
A última fase é a retirada da fralda noturna. A mãe deve oferecer pouca quantidade de liquido logo após o jantar, para evitar que a bexiga fique muito cheia.
Deve colocar a criança para dormir sem fralda. Ela vai sentir que esta sem fralda, que não pode fazer xixi e que terá que pedir para ir ao banheiro se sentir vontade. Já com a fralda ela relaxa e faz na cama. Algumas crianças fazem xixi na cama até os quatros anos, é normal.
Algumas tem dificuldade de deixar a fralda noturna. Em geral, tal situação poderá estar relacionada a outros casos na família. Geralmente crianças que fazem xixi na cama até tarde, ou o pai ou a mãe também o f izeram, mas isso não é regra. Se prolongar procure o pediatra e exponha o caso.
Hora do peniquinho
Com relação às fezes, a mãe deve colocar a criança no “troninho ou penico” sempre após as refeições. Quando ela se alimenta, aumenta a movimentação do intestino, levando a criança a evacuar. Mas nunca deixe a criança por um tempo excessivo no penico quando ela não conseguir evacuar. Fique atenta aos horários que ela fazia na fralda e procure levá-la ao peniquinho no mesmo tempo.
Se caso a criança já estiver na creche ou escolinha, o procedimento de retirada da fralda feita em casa, tem que ser compartilhada com a instituição. Não adianta a mãe fazer tudo isso em casa, se em outro ambiente colocam fralda na criança. Ela também tem que ficar sem fralda na creche ou escolinha para que o processo seja completo e não prejudique  a criança nesta etapa.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Primeira dentição: Como aliviar os sintomas?


                             


dentição do bebê começa por volta dos 6 a 8 meses de idade, dentes estes que chamamos de dente de leite, nesta época o bebê sente muita dor e coceira nas gengivas, por isso tudo que pega leva a boca. A gengiva do bebê fica inchada, vermelha e o bebê baba muito quando está nascendo a sua dentição. O bebê chora, fica dengoso e muitas vezes com diarréia.
dentição do bebê
Bebê com a mão na boca, já com sintomas da primeira dentição.
Geralmente na primeira dentição do bebê ele fica irritado, devido às dores que sente, fica com as gengivas inflamadas, grossas e sensíveis, com muita saliva, o rosto avermelhado, tem febre, fica assado e tem alterações no apetite e no sono. Existem casos que nasce a dentição em bebê com menos de 6 meses de idade, para este caso é chamado de (dente natal), ou podem nascer entre os 2 primeiros meses do bebê, que se chama dente (neonatal), neste caso é bom levar o bebê ao odontopediatra e fazer uma avaliação.
bebê com 4 dentes
Bebê já com quatro dentinhos, dois em cima e dois em baixo.


Febres altas e outros sintomas potencialmente graves não devem ser atribuídos ao nascimento de dentes em bebês. É o que indica uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) publicada na revista médica Pediatrics. De acordo com o estudo, a dentição infantil normalmente causa apenas sintomas leves, como irritabilidade, salivação, um ou dois dias de diarreia e problemas para dormir.
Apesar de contrariar crenças já estabelecidas entre os pais de que o nascimento dos primeiros dentes de leite possa causar febres altas e períodos prolongados de diarreia, a pesquisa brasileira está de acordo com estudos anteriores que não conseguiram relacionar sintomas severos com a dentição. No levantamento da UFMG foram analisados 47 bebês que tinham entre cinco meses e um ano e três meses de idade, durante oito meses.
Descobriu-se, então, que nos dias em que os bebês tiveram uma erupção dos dentes, eles apresentavam um pequeno aumento na temperatura, ficavam mais inquietos, tinham casos leves de diarreia, problemas para dormir e pouco apetite. Os sintomas, no entanto, não eram severos ou mesmo duradouros.

Como ajudar o seu bebê a aliviar as dores dos primeiros dentes? 


1-É bom dar para o bebê alimentos mais duros e mordedores de borracha para fazer massagem na sua gengiva.Uma fralda de pano comum com a ponta embebida em água bem fria também será uma boa solução momentânea.


2-Geralmente o odonpediatra receita anestésicos como, chilocaína e camomilina C para aliviar a dor do bebê. Nas farmácias homeopáticas existem diversos géis específicos, para acalmar as dores da primeira dentição do bebê, sobretudo à base de camomila, para esfregar nas gengivas e ajudar a aliviar as dores.

3-Mantenha o bebê distraído, pois manter o bebê entretido com algo, vai ajudá-lo a tirar as dores da idéia. Uma aula de música, um brinquedo novo, um livro de sons, ou mesmo um passeio no jardim poderão ajudar.

4-Certifique-se que o bebê descansa bastante. Se o bebê não descansar bem, com as dores ainda  vai se tornar mais irritadiço. Caso o bebê não consiga dormir, converse com o pediatra para que ele lhe receite algum medicamento ou aconselhe outra solução.

Muitas pessoas acham que não é necessário cuidar da dentição do bebê, por ele ser muito pequeno, mas elas estão enganadas, pois os primeiros dentes (dentes de leite) abrem o caminho para os dentes permanentes. Se a primeira dentição não for bem cuidada pode comprometer todos os dentes permanentes.
Cuide desde cedo dos dentes de seu bebê, escovando-os de forma suave e regular com uma escova muito suave com um pouquinho de pasta infantil.






terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Acidentes Domésticos: Saiba como evitar!



              




Recomendações

Objetos perigosos


As crianças pequenas não têm capacidade para avaliar o perigo, pega qualquer objeto que encontram em casa.

Botões, tampas e rolhas de garrafas, moedas, pregos pequenos, parafusos e até brinquedos com peças pequenas são uma atração irresistível para crianças até aos três anos, que gostam de levar tudo à boca. Mas consistem um grande perigo, pois as crianças podem engasgar e até sufocar.

Causas dos acidentes 


Sabia, por exemplo, que as quedas são a principal causa de acidentes domésticos com crianças? Seguem-se os cortes, as queimaduras e as intoxicações.

Atitudes que podem salvar

Não se limite a proibir as crianças de fazerem isto ou aquilo; deve procurar ensiná-las e alertá-las para os riscos que certos atos envolvem, para que elas possam desenvolver a noção do que é o perigo e do que são comportamentos perigosos. Mesmo quando as crianças são pequenas e a explicação requer muita paciência.

E, sobretudo, dê o exemplo: as crianças imitam os adultos.

Sempre que necessário, explique à criança porque é que as suas ações lhe são permitidas a si e a ela não, apontando razões de idade, capacidade, responsabilidade, segurança, etc.

Cuidados com medicamentos
                                       
Todos os medicamentos devem ser guardados fora do alcance das crianças, em lugares altos e, de preferência, em armários ou caixas bem fechadas;
Não tome, nem dê medicamentos sem prescrição ou orientação médica;
Não deixe os seus medicamentos ao alcance das crianças e, de preferência, não os tome à frente delas, pois estas tendem a imitá-lo;
Não use remédios cujo prazo de validade já expirou ou cujas embalagens estão deterioradas. Junte-os e entregue-os na farmácia mais próxima.

Cuidados com escadas

As escadas devem ter um corrimão de apoio e o piso não deve ser liso (escorregadio);
Se tem crianças pequenas, principalmente se estão na fase de gatinhar ou a começar a andar, coloque protecções e barreiras (portões) em todos os acessos da casa às escadas;
Não se esqueça de fechar as protecções e barreiras dos acessos às escadas depois de passar. Um portão mal fechado é como se não existisse.

Cuidados com janelas e varandas

Coloque grades ou redes de proteção em todas as janelas e varandas. São as únicas formas de evitar acidentes graves em apartamentos. Uma porta ou uma janela aberta representam um grande perigo. Há muitas quedas de crianças em consequência de janelas e portas abertas.


Cuidados com piscinas, lagos, lagoas e até na praia


Nunca deixe a criança sozinha perto de uma piscina, mesmo que esta seja própria para ela;
Nunca deixe uma criança sozinha na piscina, seja em que circunstância for. Muitos afogamentos de crianças até aos 4 anos ocorrem porque os adultos se ausentam por “um minuto”, para atender o telefone, ir buscar o lanche, etc.
Esteja atento às brincadeiras das crianças na água;
Coloque braçadeiras ou coletes às crianças que não sabem nadar, mesmo quando elas estão a brincar ao pé da piscina. Se escorregarem e caírem para dentro da água estarão mais protegidas;
Se tem piscina em casa, coloque uma vedação ou tela de protecção à volta, de forma a impedir que a criança tenha acesso à água.

Cuidados na cozinha 

                                                              
                                             
Não deixe crianças sozinhas na cozinha;


Guarde facas e objetos cortantes em locais pouco acessíveis;
Não deixe tachos e panelas sem ninguém na cozinha e tenha especial cuidado com líquidos quentes, como sopa ou água a ferver, já que queimaduras com líquidos quentes são frequentes em crianças;
Não deixe os bocas do fogão ligados quando acaba de cozinhar;
Vire os cabos das frigideiras para o interior do fogão, para evitar que as crianças tentem pegar-lhes;
Pode remover os botões do fogão quando este não estiver em uso;
Guarde bem os fósforos, pois as crianças não têm medo do fogo e certas brincadeiras podem provocar incêndios;
Torradeiras, bules, garrafas térmicas e outros equipamentos devem ser mantidos fora do alcance das crianças;
Cuidado ao utilizar panelas de pressão. Cumpra sempre as indicações do fabricante;
Tenha cuidado na utilização do gás no fogão. Acenda o fósforo antes de abrir o gás. Se o seu fogão tiver acendedor eléctrico, acenda primeiro o gás, no mínimo, e só então accione o acendedor;
Quando acender o forno, coloque-se de lado e não em frente do fogão;
Use apenas toalhas, aventais e panos de tecidos naturais. Evite usar roupa de tecidos sintéticos e aventais de plástico quando está a cozinhar;
Na utilização do microondas não cubra alimentos com papéis metalizados nem coloque, no seu interior, louças com decoração prateada ou dourados (causam faíscas).

Cuidados com produtos de limpeza e outros produtos tóxicos
                                       
Seja na cozinha, dispensa ou em qualquer outra divisão da casa ou no jardim, guarde estes produtos em locais inacessíveis a crianças e a animais;
Há fechos e protetores (inclusive cadeados) que impedem a abertura de armários e gavetas da cozinha ou de outros locais;
São produtos tóxicos, muitas vezes até inflamáveis, e a sua ingestão ou inalação pode ter consequências graves ou até fatais;
Nunca coloque detergentes, lixívia, insecticidas ou pesticidas em garrafas de água de plástico já usadas, porque as crianças podem ingerir o produto pensando ser água, resultando num acidente com grande gravidade.
Cuidados com eletricidade e tomadas

Se possível, todas as tomadas devem ter ligação terra;
Instale protetores adequados em todas as tomadas da casa, para evitar choques eléctricos;
Esteja sempre alerta, pois uma tomada tem uma atração especial para as crianças que estão na fase de gatinhar ou até um pouco mais crescidas, parecendo os locais ideais para tentarem enfiar os dedos e os mais variados objetos.
                                     



Cuidados com objectos pontiagudos ou cortantes

Facas, tesouras, chaves-de-fendas e outros objectos perfuradores nunca devem ser dados às crianças para elas brincarem. Mantenha esses objetos em locais fechados e a que a criança não tenha acesso.
Cuidados com a tábua e o ferro de engomar

Nunca deixe o ferro ligado com o fio desenrolado e ao alcance das crianças. Além da alta temperatura, é perigoso pelo seu peso e pela ligação à eletricidade;
Evite o uso de tábuas de passar roupa que possam ser puxadas para baixo.

Cuidados com armas

Não tenha armas em casa. Se tiver, arrume-as ou guarde-as longe do alcance das crianças;
Nunca tenha as armas carregadas em casa;
Nunca deixe as munições junto à arma. Guarde-as em local seguro e inacessível às crianças.

Outros riscos

Nunca deixe bebidas alcoólicas ao alcance de crianças;
Procure ajuda médica, se o seu filho engolir uma substância não alimentar;
Anote os números dos telefones do seu pediatra, do hospital, dos centros de envenenamento e de outros centros de ajuda em local bem visível (por exemplo, ao pé do telefone);
Leia atentamente os rótulos das embalagens antes de usar qualquer produto;
Ensine as crianças a não aceitarem bebidas, comida, doces que lhes sejam oferecidos por adultos que não conhecem;
Não deixe que crianças com idade inferior a 10 anos andem sozinhas de elevador.

Prevenir acidentes domésticos envolvendo bebês


Cuidados com potenciais quedas

Nunca deixe o bebê ou a criança sozinha em cima de uma cama, bancada ou móvel onde muda as fraldas e a roupa;
Tenha as fraldas, as toalhinhas de limpeza e os cremes necessários sempre à mão;
Prepare as roupas que lhe vai vestir com antecedência e tenha-as à mão na altura em que vai vestir a criança.

Cuidados com camas de grades

Use cama de grades, pois evitam que o bebê ou a criança caia da cama;
Assegure-se de que os espaços entre as barras do berço são adequados. Normalmente as grades são adaptáveis em altura, para facilitar o colocar e tirar a criança da cama;
Não se esqueça de verificar se a grade está bem colocada depois de pôr a criança na cama;
Tome cuidado quando a criança começar a mostrar movimentos de sentar, gatinhar ou ficar de pé; está na altura de adequar a grade, se for o caso, às suas novas capacidades;
Verifique se o estrado está bem seguro e que o colchão é adequado;
Não deixe brinquedos dentro do berço ou da cama do bebé.

Cuidados com o banho

Nunca deixe o seu filho sozinho na banheira, seja qual for a circunstância. Mesmo com água rasa é perigoso. Uns segundos bastam para que se afogue;
Verifique a temperatura da água com um termómetro ou com o seu cotovelo, para evitar queimar a criança se a água estiver demasiado quente;
Use tapetes ou formas antiderrapantes na banheira.

Cuidados com brinquedos 


Os brinquedos devem ser suficientemente grandes para não poderem ser engolidos e suficientemente resistentes para não lascarem ou partirem;
Verifique os rótulos e etiquetas dos brinquedos para saber quais os materiais de que são feitos, evitando, por exemplo, o risco de alergias;
Os brinquedos não devem ter arestas ou ser pontiagudos;
Compre brinquedos adequados à idade da criança e verifique se os oferecidos também são apropriados.

Outros riscos


Sacos plásticos, fios de telefone soltos, almofadas e travesseiros altos e fofos podem asfixiar ou estrangular;
Não permita que a criança mastigue pastilhas elásticas ou coma rebuçados;
Não ponha cordões à volta do pescoço da criança para segurar as chupetas;
Não permita que a criança brinque com objectos pequenos que possa engolir;
Não beba líquidos quentes com o seu filho no colo. Mantenha os líquidos quentes (café, chá, etc.) fora do alcance dele;
Proteja os cantos das mesas e de outros móveis que possam significar perigo para o bebê.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Dicas para os pais de crianças problemáticas

                               
As crianças problemáticas por vezes revelam problemas através de comportamentos inadequados, elas não nasceram com esses problemas. Por vezes, é apenas um problema de comportamento incutido pelos pais de forma errada, devido às vidas complicadas e ao mundo difícil em que se vive hoje em dia. As regras da educação hoje em dia ainda são mais importantes porque as crianças vivem num mundo menos estruturado, por isso, a responsabilidade educativa dos pais é ainda mais acrescida. Descubra alguns dos principais problemas de comportamento nas crianças e como as ajudar, e saiba o porquê das crianças por vezes demonstrarem esses maus comportamentos.

Causas das crianças problemáticas relacionadas com os pais

Ficam aqui algumas causas principais que levam as crianças a serem mal comportadas, cujas raízes do problema estão normalmente ligadas à relação entre os pais e a criança.

Normalmente os problemas dos pais são:

◦Rejeição paternal
◦Súper proteção
◦Excesso de privilégios
◦Excesso de pressão
◦Problemas disciplinares
◦Modelos de pais impróprios

Rejeição paternal 

Este é um dos grandes problemas que o nosso tempo produz, especialmente em casais onde ambos trabalham e estão comprometidos com as suas carreiras. E esta situação ainda se agrava mais quando não têm avós para cuidar deles em casa. Estas crianças anseiam pelo amor dos pais. Os motivos para isto acontecer incluem:

◦Incapacidade dos pais darem amor e afeto aos seus filhos em suficiente.
◦Falta de interesse dos pais em demonstrar interesse nas atividades e conquistas dos filhos.
◦Pais que passam pouco tempo com seus filhos.
O resultado pode ser:

◦Caráter agressivo nas crianças.
◦Abordagem pessimista dos filhos.
◦Crianças que estão sempre a chamar a atenção dos pais.
◦Crianças que se sentem sozinhas em casa, mesmo quando os pais lá estão.


Súper proteção

Os pais tentam dar aos seus filhos um ambiente extremamente seguro, o que impede que as crianças se adaptem ao meio envolvente. Isto é causado pela súper proteção dos pais. Crianças súper protegidas procuram sempre a ajuda dos seus pais e a sua mente está programada para que elas acreditem que os seus pais irão cuidar delas e dos problemas delas para sempre, e que elas não têm de se preocupar com nada.

O resultado pode ser:

◦Incapacidade da criança conseguir resolver problemas sociais.
◦Crianças que entram num estado de medo, o que pode ser muito perigoso.
◦Crianças com uma natureza submissiva.


Excesso de privilégios

Isto acontece muitas vezes quando os pais apenas têm um filho, sendo mais liberais com as suas atividades. No início pode parecer bom, mas a longo prazo pode ser problemático: uma criança mais privilegiada tenderá a ver a sociedade da mesma forma que os seus pais a trataram. O resultado é uma sociedade que não aceita este tipo de crianças, porque estas crianças tendem a ser mais orientadas para si mesmas, sem se preocuparem muito com os outros.

O resultado pode ser:

◦Crianças com um caráter egoísta.
◦Crianças menos pacientes.
◦Crianças que desenvolvem uma atitude agressiva, para conseguirem o que pretendem.


Pressão excessiva

Isto é causado pelos pais que exigem demasiado dos filhos. Por exemplo, quando as crianças não têm a capacidade ou talento ou quando as crianças aprendem uma atividade lentamente. Quando os pais decidem que a filha vai ser a melhor aluna, ou a melhor bailarina, e a criança aprende melhor mais devagar, ou prefere tocar piano, estarão a arruinar a capacidade da criança ser uma grande pianista ou aluna. Este tipo de conflito entre a criança e os pais, faz com que a criança sinta sentimentos de culpa.


Problemas disciplinares

A disciplina não deve ser inexistente, nem muito severa. Deve ser moderada, sendo feita de forma simpática em vez de forma agressiva. Pouca disciplina resulta numa criança agressiva e pouco social, muita disciplina resulta em medo, com crianças a detestarem os pais, e com caráter pouco social. Por isso, qualquer extremismo deve ser evitado.


Modelos de pais impróprios

Os pais são os modelos de qualquer criança. Se os pais tiverem boas qualidades, então será natural que as crianças sigam essas qualidades. Mas, se pelo contrário, os pais forem viciados em álcool, drogas, tabaco, tiverem problemas emocionais, podem afetar uma criança muito facilmente. Por vezes, pode gerar um modelo negativo: os filhos preferem não ser como os pais, o que é algo bom, mas ao mesmo tempo os pais também falharam com os filhos como bom modelo de pais, resultando em:

◦Problemas mentais.
◦Crianças vulneráveis a comportamentos de risco: drogas, álcool,...


Principais problemas de comportamento nas crianças

Crianças com comportamentos problemáticos como refilar, morder, exigir, gabar-se, ataques de raiva, etc., podem tornar-se irritantes aos olhos dos pais, porém, os pais devem ser pacientes o suficiente para ensinarem os seus filhos a parar este tipo de comportamento. Ficam algumas dicas para ajudar no comportamento – se o problema persistir deve considerar consultar um psicólogo.

Refilar

Crianças que criam disputas e desavenças repetitivamente, mostrando atitudes pouco simpáticas, tendo os pais de resolver os problemas com elas.

As crianças usam comportamentos violentos, como dar pontapés, para conseguir as coisas feitas para elas. Não ouvem a opinião ou conselho de ninguém, e são muito intransigentes com os seus pontos de vista. Nunca admitem os erros, em vez disso apontam para outros a causa dos seus problemas.

Os pais podem:

◦Ensinar a criança como terminar um conflito de forma fria e ponderada.
◦Fazê-la resolver os problemas ela própria. Não a ajudar até a situação ser mesmo desesperante.
◦Ensinar os filhos acerca dos sentimentos das outras pessoas, por exemplo, dizer-lhes como os outros se sentem quando são maus para eles.
◦Ensinar a criança a se comprometer e a pedir desculpa.


Atitude dominante

Uma atitude dominadora e de mandão. As crianças que têm este tipo de atitude tendem a mandar os outros fazer o que elas desejam ou como devem brincar. Estas crianças nunca conversam de forma educada e nunca ouvem os outros. Nunca pedem desculpa, ou fazem cedências.

Os pais podem:

◦Ensinar a criança como se comprometer ou negociar de forma educada.
◦Ensinar-lhe os valores da cooperação e a nunca deixar de a elogiar quando virem que a criança exibiu essas qualidades.


Morder


As crianças mordem umas às outras por inúmeras razões, por frustração, para chamar atenção, stress, para proteção, etc. Morder é um comportamento muito agressivo e um dos mais perigosos.

Os pais podem:

◦Antes de mais, os pais devem tentar saber qual o motivo que levou a criança a morder outra, e depois é que devem agir sobre esse motivo.
◦Ensinar, explicando aos seus filhos como a vítima da mordedura sofreu.


Exigir 

Algumas crianças não sabem pedir, apenas exigir, sendo inflexíveis nas suas exigências.

Os pais podem:

◦Tentar elevar os valores da empatia na criança.
◦Ser severos na atitude de que a exigência não será encorajada nem tolerada.
◦Dizer aos filhos quais são os seus limites e aconselhá-los a não os ultrapassar.


Gabar-se 

Esta é uma qualidade de exibição nas crianças. É uma parte engraçada enquanto as crianças são pequenas, mas quando começarem a crescer a coisa já não é a mesma. As crianças tendem a orgulhar-se das suas conquistas mesmo quando são de tenra idade. Os pais podem:

saber qual o motivo e agir de acordo com ele. Os motivos podem ser baixo estatuo social, louvar os atos alcoólicos dos pais, etc...

Os pais podem:

◦Parar de elogiar pequenas atitudes dos seus filhos como lavar os dentes, etc.
◦Encorajar os seus filhos a elogiarem outros pelos seus talentos e objetivos realizados.
◦Quando os seus filhos começarem a gabar-se, fale-lhes das habilidades de outras crianças, sem nunca os rebaixar.


Usar má linguagem ou maus gestos

Esta é uma característica muito vergonhosa nas crianças, pois ficam viciadas no uso de má linguagem e de gestos feios.

Os pais podem:

◦Parar de usar palavras feias, caso o façam. Sendo um exemplo para os filhos.
◦Explicar-lhes que o uso de palavras ou gestos feios podem provocar más reações nas outras pessoas, e que desta forma perdem o respeito das outras pessoas.
◦Não lhes permitir verem filmes ou TV que não sejam adequados à sua idade.

Explosão de mau humor


Os motivos que levam uma criança a ter um ataque de irritação são normalmente a frustração, a falta de atenção, etc. A explosão inclui normalmente gritos e choro.

Os pais podem:

◦Deixar de pedir à criança que faça algo que ela não consegue de facto fazer.
◦Ensinar a criança a expressar a sua frustração de uma forma educada.
◦Ensinar-lhe técnicas de relaxamento.
◦Tentar distraí-la durante o acesso de mau humor.
◦Não responder ao acesso de mau humor da criança, e levá-la para um local onde ela se possa acalmar.

Más maneiras

As más maneiras incluem, má educação, desrespeito, insolência, indelicadeza, etc. As crianças com más maneiras não respeitam os outros.

Os pais podem:

◦Ensinar-lhes boas maneiras.
◦Ensinar-lhes os valores da delicadeza e da boa educação.
◦Encorajar a criança a ter boas maneiras.
◦Ensinar a criança a receber e a tratar os convidados.


Mentir 

As crianças por vezes mentem demasiadamente, levando outras crianças a não as respeitarem. Estas crianças não sentem remorso por mentirem.

Os pais podem:

◦Ser um exemplo de honestidade.
◦Tentar resolver os problemas que levam as crianças a mentirem.
◦Dizer-lhe que valoriza o seu caráter mais do que qualquer coisa, e introduzir a confiança na relação para que a criança possa ser honesta em qualquer situação.
◦Para uma criança ser honesta consigo, terá de o ser com ela também.


Medo 

As crianças com medo não gostam de competições. Elas sentem dificuldade em enfrentar as situações, têm medo do escuro, medo dos animais, medo dos idosos. Elas sentem dificuldade em qualquer situação.

Os pais podem:

◦Não deixar a criança ver filmes violentos ou de terror.
◦Ser modelos de comportamento em termos de coragem.
◦Permitir à criança que ela fale dos seus problemas e tentar refletir sobre eles.


Abordagem negativa 


Também conhecida com abordagem pessimista, as crianças tendem a pensar na forma de falhar. Estas crianças têm uma perspetiva de “Eu não consigo”; têm tendência a sonhar acordadas e a ter fantasias irrealistas.

Os pais podem:

◦Ser otimistas e dar o exemplo.
◦Contar à criança histórias inspiradoras de grandes pessoas para instaurar confiança na criança.
◦Aumentar a autoestima da criança.


Introvertida

Algumas crianças tendem a fechar-se e ficar à margem da companhia de outras crianças. Não se sentem confortáveis num grupo de crianças.

Os pais podem:

◦Ensinar-lhes a reduzir a ansiedade.
◦Tentar que a criança brinque com um grupo de crianças pequeno, e depois ir aumentando o grupo à medida que a criança se sente confortável.
◦Ensinar-lhes a relacionar-se com várias pessoas ao mesmo tempo, em grupo.
◦Motivar a criança a tomar parte das diversas competições, que podem ser benéficas para reduzir a timidez e evidenciar os seus talentos.
◦Encorajar a criança a tomar parte de jogos de grupo como futebol, voleibol, etc.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Gatos e Crianças_Crescer com gatos dá às crianças lições inestimáveis sobre o amor, responsabilidade e respeito pelos animais.

                                     


A oportunidade de crescer com gatos dá às crianças lições inestimáveis sobre o amor, responsabilidade e respeito pelos animais. Contudo, para que isto se verifique é preciso que os donos mantenham sempre a criança e o gato sob supervisão.

Os gatos não são animais agressivos ou brutos e geralmente convivem bem com uma criança. Um gato equilibrado prefere afastar-se e recolher-se para o seu sítio seguro do que atacar. Habituar gatos a crianças e vice-versa não é uma tarefa complicada desde que use o senso comum e se mantenha alerta quando os dois estão juntos.

Novo gatinho e crianças pequenas

Crianças até aos 24 meses

Nesta altura não é aconselhável trazer um novo gato para casa. Isto porque no primeiro ano as crianças exigem muito trabalho e pouco tempo deixam para os pais para ensinarem ao novo gato as regras da casa e habituá-lo à nova família. Um novo gato vai exigir mais tempo do que um gato que já está acostumado a estar nessa casa. Pondere bem a situação antes de adoptar um gato pequeno quando tem um bebé em casa.

Entre os 12 e os 24 meses, as crianças começam a caminhar. São demasiado activas, brutas e descuidadas e ainda não sabem como lidar com um gato. Se o animal não estiver familiarizado com a criança, esta não é a altura ideal para o fazer.

Crianças a partir dos 24 meses 

As crianças com 2 ou mais anos já começam a aprender regras e podem ser ensinadas a lidar com o gato. As crianças sem regras facilmente abusam do animal, puxando o rabo, as orelhas, abraçando, batendo e empurrando com demasiada força. Os gatos não gostam deste tipo de abusos e até o mais meigo pode responder bufando ou arranhando.
Com o tempo, as crianças começam a desenvolver laços com o gato e mostram-se geralmente interessadas em tudo o que lhe diz respeito: pedem para alimentar o gato, para o escovar, etc. Deve encorajar este tipo de interesse e manter todas estas tarefas supervisionadas. Não se esqueça que, embora deva encorajar responsabilidade nas crianças, estas nunca devem ser as principais guardiãs de qualquer animal. Só os pais têm maturidade suficiente para garantir o bem-estar de um animal.


Novo bebê e gato da casa

Não há necessidade de dar o gato só porque está à espera de um bebê. É perfeitamente possível viver com os dois em casa e manter a harmonia. A principal preocupação que deve ter em relação ao gato é manter algum tempo diário em que se concentre apenas na sua relação com ele: seja a brincar, a dar festas, escovar, etc. Lembre-se que para os animais é mais fácil habituarem-se gradualmente a passar menos tempo com o dono do que habituarem-se a uma nova casa. Estabeleça algum tempo para o gato e faça disso uma regra. Pode até aproveitar esse tempo para relaxar.

Os gatos adultos podem conviver pacificamente com bebês, desde que supervisionados. Um gato que já esteja habituado à casa prefere refugiar-se a entrar em confronto, isto mesmo quando o bebê começa a gatinhar e a aprender a andar. Contudo, a supervisão é requisito essencial. As crianças não devem ser deixadas sozinhas com qualquer animal.

Existem algumas coisas que pode fazer para habituar o gato à vinda do novo bebê:

Impedir o gato de entrar no quarto onde vai ficar o bebê;
Criar um pequeno espaço onde possa brincar com o gato sem o bebê por perto. Habitue o gato a estar consigo nesse espaço antes da chegada do bebê;
Reduzir gradualmente o tempo disponível para o gato, para o preparar para a chegada do bebê
Não deixar o gato aceder ao berço, mas permita que ele o explore, cheirando.
Tente ter sempre meia hora do dia que possa dedicar completamente ao gato. Desta forma vai conseguir evitar com que o gato entre em stress e apresente comportamentos indesejáveis
Sempre que o bebê esteja na presença do gato, recompense o gato, para que ele associe o bebê a aspectos positivos.

Fonte: arcanoe